Avanços da nova Tiger 1200 são colocados à prova em viagem por Minas

Mais potente e leve, modelo da Triumph vem com controle de tração em curvas e sistema que a impede de rolar para trás em subidas íngremes.



Para colocar à prova a nova Tiger 1200, a Triumph promoveu um test-ride com especialistas entre Belo Horizonte e Tiradentes. Mas não pelo asfalto apenas e sim passando por outros tipos de caminhos, como estradas de terra, vias alternativas e até trilhas. No total, os pilotos percorreram mais de 300 quilômetros.


A ideia de passar pelo “mar de Minas”, as nossas montanhas, foi realmente avaliar todos os avanços implementados na motocicleta, comercializada agora em seis configurações e preços entre R$ 104.990 e R$ 127.480.


Segundo a Triumph, todos os modelos terão a versão Touring, como acontece também com a Tiger 900, que vem de série equipada com o suporte de malas, as duas malas laterais e também o top box traseiro.


No test-ride mineiro, a moto mostrou que realmente está mais leve, mais potente e mais ágil. Para garantir maior autonomia, existe uma versão (a Explorer) com taque de 30 litros. As demais são 20 litros mesmo.


São várias as inovações tecnológicas realizadas na nova 1200, que puderam ser ressaltadas na expedição em Minas. Uma delas é o motor triplo T-Plane, com capacidade de redução de marchas de um dois cilindros, tornando o modelo adequado para o uso off-road, combinada com os benefícios de desempenho de um motor triplo na potência máxima, que a torna satisfatória também no asfalto.


O motor de 1.160 cc de cilindrada gera 150 cv de potência (a 9.000 rpm), 9 cv a mais que a geração anterior. O torque também está superior: 130 Nm de torque (a 7.000 rpm), ou 8 Nm acima do motor anterior.


A nova moto conta com suspensão semiativa Showa com curso ainda mais longo, ajustada para proporcionar a pilotagem definitiva em todos os terrenos. Nas configurações GT


Explorer e a Rally Explorer há um sistema de Radar de Ponto Cego que traz dois recursos de segurança. Ela usa um radar voltado para trás que avisa o piloto quando outro veículo está em seu ponto cego.


Também foi bastante utilizado na viagem para a cidade histórica a Assistência de Troca de Faixa, que fornece um alerta mais forte caso o piloto indique uma troca de faixa e haja um veículo em aproximação.


A Tiger 1200 vem ainda com Controle de Tração Otimizado para Curvas apoiado pela IMU (Unidade de Medição de Inércia), a fim de fornecer a resposta de controle de tração ideal para as condições de pilotagem. Também facilita a “tocada” o fato da moto ser 25 quilos mais leve.


A capacidade de frenagem também melhorou. Principalmente em função da presença das pinças Brembo, gerenciadas pelo sistema de freios ABS, que foram otimizado para curvas, instalados em todos as versões.


Uma novidade importante está na Tiger 1200 GT: há duas configurações de altura do assento (850 mm e 870 mm). Já para as configurações Rally Pro e Rally Explorer elas são de 875 mm e 895 mm. Por meio da opção de assento baixo como acessório, os clientes também podem abaixar a posição do assento em 20 mm adicionais.


Os avanços continuam na nova 1200 da Triumph, que puderam ser testados. As informações importantes que o motociclista precisa são apresentadas no novo painel de instrumentos TFT de sete polegadas. Está instalado nele o um sistema de conectividade que permite chamadas, navegação curva a curva e controle da câmera GoPro.


Conforme o modelo, há até seis modos de pilotagem disponíveis, que ajustam a resposta do acelerador, os freios ABS, o controle de tração e as configurações de suspensão para máximo controle do piloto sob todas as condições.


Por fim, destaque para o controle Hill Hold – que só não está na Tiger 1200 GT. Já comum em alguns automóveis, ele impede que a motocicleta role para trás em subidas íngremes.


Para as Minas Gerais das montanhas e ladeiras, trata-se de um recurso muito bem-vindo.




FOTOS / Divulgação CC / Triumph