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Suspensão do leilão do metrô de BH gera indignação em lideranças empresariais mineiras

Associação Comercial e Empresarial de Minas defende ambiente seguro e atrativo durante o processo, marcado para dia 22 de dezembro na B3, em São Paulo

Leilão prevê a ampliação das linhas do metrô de BH (Foto: CBTU/Divulgação)

A notícia sobre a decisão monocrática de um conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG) em suspender o leilão do metro de Belo Horizonte gerou indignação por parte de setores da sociedade.

No final da semana passada, o conselheiro e relator Durval Ângelo recomendou a interrupção, ao alegar que um relatório técnico apontou "riscos significativos à sustentabilidade da concessão", dentre outros fatores.

Em nota, a Associação Comercial e Empresarial de Minas (ACMinas) manifestou, junto com lideranças empresariais mineiras, sua posição a favor da manutenção do edital do leilão da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), que detém a operação do metrô de Belo Horizonte.

O edital de privatização do metrô, já aprovado pelo Tribunal de Contas da União, foi publicado em setembro deste ano. O leilão está marcado para dia 22 de dezembro, na B3, em São Paulo. O valor mínimo é de R$ 19 milhões.

“Minas é credora dessa operação. O leilão não apresenta defeito de qualquer natureza. Não é razoável que autoridades ou candidatas a autoridades desarticulem o movimento favorável. Minas aguarda mais um leilão com êxito, um contrato que efetivamente cumpra aquilo que decidido for em torno do certame. Brasília não vê e não enxerga Minas há quase 30 anos”, afirma o presidente da ACMinas, José Anchieta da Silva.

Já o vice-presidente e presidente do Conselho Empresarial de Infraestrutura e Logística da entidade, Luís Antônio Athayde, destaca que não se pode ter um leilão como esse se não tivermos um ambiente. "Temos que ter uma palavra de Governo dizendo que tudo acontecerá conforme combinado”, salienta.

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