Todo Mundo Vem ao Fasano

Bom dia! Primeiro, o título.



Para quem chegou, ontem, de Plutão, via Marte, este espaço é naturalmente otimista e tem a “estranha mania” de elogiar quem merece. A meritocracia deveria reger o Brasil, até se tornar um país de verdade.


Provavelmente, quem tem menos de 30, de 40 ou até 50 anos nem ouviu falar num dos clássicos do cinema, “Casablanca” (1942). Ele foi inspirado numa peça de teatro chamada "Everybody comes to Rick's" ("Todo mundo vem ao Rick's"). Rick’s era o bar de Humprey Bogart (Rick) no filme “Casablanca”.


Numa licença poética, com certo exagero e guardadas as descomunais proporções, eu queria comparar o Hotel Fasano Belo Horizonte ao Hotel Ritz, de Paris.


De Rick’s, para a rima Ritz, um pulo e mil perdões! Daí o “Todo Mundo Vem ao Fasano”.


Claro que nem todo mortal se hospeda no Fasano Belo Horizonte, no Fasano carioca, nem no paulistano. É para privilegiados. Assim o mundo gira. A vida nunca foi justa, não vai começar aqui e agora. “C’est la Vie”, assim é a vida.


Assim também foi uma das brincadeiras de Tom Jobim, quando disse que “o Brasil só seria feliz quando todo mundo morasse em Ipanema”.


Por falar em Ipanema, até 2018, a grande maioria dos hotéis com H, hotéis de alto luxo, estavam concentrados no Rio de Janeiro, São Paulo e Nordeste.


Fácil explicar. O Rio porque ainda é nosso principal cartão postal, São Paulo porque é a capital financeira do Brasil e o Nordeste, graças ao seu litoral. O Brasil não é para principiantes. É para poucos, incluindo os próprios brasileiros. É um círculo vicioso que desperdiça enorme potencial turístico, assunto sério, extenso e fundamental, mas para outra oportunidade.


Até 2018 porque neste ano foi inaugurado o Hotel Fasano Belo Horizonte, lição de luxo, qualidade, tradição, empreendedorismo, ousadia, otimismo – sempre - e civilização, em uma cidade que, sinceramente, nunca teve um hotel cinco estrelas.


Sim, Belo Horizonte ainda não é uma cidade turística, outro longo tema, para mais outra oportunidade. Artistas quando vêm a Belo Horizonte, por exemplo, ficam aqui nem 24 horas. Apresentam-se um dia ou em curta temporada e, assim que podem, voltam para o mesmo Rio, a mesma São Paulo. Outros turistas fazem de BH uma cidade dormitório para negócios, fugas a Ouro Preto e agora Inhotim.


Desde o Fasano – maior que o hotel de São Paulo - no charmoso bairro de Lourdes, que pegou a vaga deixada pela abandonada Savassi, este panorama mudou. Claro que o Turismo em BH não aumentou por causa do Fasano, mas, agora, quem quiser luxo, conforto, atendimento, alta gastronomia e beleza, pode ter tudo isso. O Fasano é um cartão postal em si.


Hora da prometida meritocracia. Tudo graças aos Midas, Miguel “Concreto Construtora” Safar e Rogério Fasano. O primeiro, dono do espaço, o segundo, “timoneiro” da bandeira, do conceito, da marca e da já citada tradição em excelência hoteleira e gastronômica. O Grupo Fasano tem seis hotéis no Brasil e um no Uruguai. Palmas e vivas aos dois homens de visão. A população agradece; os hóspedes ainda mais.


Safar certamente conhece vários hotéis de sonho pelo mundo. E, com o Fasano, trouxe um pouco destes sonhos para Belo Horizonte.


O Fasano não é para todos, mais ou menos... Muitos belorizontinos podem e deveriam passar um fim de semana neste equipamento de primeira. Frequentar o restaurante Gero; o bar Baretto, com suas deliciosas noites intimistas e de jazz; o SPA, fonte da tudo de ótimo. Se isso não for a famosa “l’art de vivre”, não sei o que é.


Palmas também para o RP Phillip Martins, um máquina, uma fábrica de talento, que começou em BH e hoje, em São Paulo, responde nacionalmente pelo Grupo Fasano.


Como vocação, profissionalismo e competência podem ser contagiantes, loas igualmente para a atual RP do Fasano BH, Mariana Sobreira. Com eles compreendemos o que é um time “hexa” campeão, à frente de um cinco estrelas de verdade. BH, finalmente, no mapa do mundo.


Bom, para finalizar esta linda e modesta novela, a quem quiser saber tudo e mais, recomendo a leitura de mais uma boa ideia de Rogério, formatada pelo jornalista Luciano Ribeiro, o livro “Fasano Dal 1902”.


“Fasano Dal 1902”, digamos, é literalmente, mais um capítulo da trajetória de 120 anos da família Fasano. Desde a chegada do imigrante milanês Vittorio, fundador da mítica Brasserie Paulista, em 1902, até o Fasano Restaurant, em Nova York, em 2022.


Pensando bem, de várias formas, todo mundo pode vir ao Fasano.

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