- Atualidades
- maio 21, 2024
- 4 minutos
Dr. Marcos Vinicius toma posse como 1º vice-presidente da CNM
Confederação Nacional de Municípios elege nova diretoria para o triênio 2024-2027; presidente da Associação Mineira de Municípios, Dr. Marcos Vinicius, toma posse em evento realizado nesta segunda-feira (20), em Brasília

Minas Gerais está mais uma vez representada na diretoria da Confederação Nacional de Municípios (CNM) para o triênio 2024-2027 com o presidente da Associação Mineira de Municípios e prefeito de Coronel Fabriciano, Dr. Marcos Vinicius, como 1º vice-presidente da entidade.
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A posse aconteceu em solenidade na sede da entidade nacional, em Brasília, nesta segunda-feira (20), com a presença de presidentes de associações estaduais e prefeitos de todo o país. Eleito em março, o grupo assume a missão de conduzir a CNM pelo triênio 2024-2027, sob a presidência de Paulo Ziulkoski.
“Minas está de parabéns, estarmos representados na diretoria da CNM mostra a força e a importância do municipalismo mineiro em toda a pauta nacional. Ter um mineiro na vice-presidência de uma entidade tão importante como a CNM pela terceira gestão consecutiva demonstra o respeito que a AMM adquiriu a nível nacional”, comemorou Dr. Marcos.
Além da vice-presidência da entidade, Minas Gerais também está representada em outras áreas da nova gestão. Junto com Dr. Marcos, dois prefeitos mineiros foram empossados como integrantes da nova diretoria: o prefeito de Chácara, Bilim Oliveira, como representante titular da Região Sudeste; e o prefeito de São Lourenço, WalterJosé Lessa, como suplente do conselho fiscal da Confederação Nacional.
Nesta terça-feira (21), acontece a abertura oficial da Marcha dos Prefeitos a Brasília, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), que sedia o evento. A delegação mineira vem em grande número, com mais de 1.300 inscritos.
Em pronunciamento inaugural da gestão, Ziulkoski reforçou que a atuação seguirá firme no propósito de se unir em prol dos municípios. “Tivemos uma disputa acirrada [nas eleições], mas o que vai nos unir não são as nossas posições pessoais, é a luta pela desoneração, por uma Reforma Tributária justa, pela renegociação dos precatórios.”
Ele também destacou os quatro pilares que considera imprescindíveis para guiar a entidade e que estará sempre no norte de sua atuação: independência financeira, apartidária, de governo e capacidade técnica.
“O dia que um desses pilares falhar, cai essa entidade. Por isso, não abrimos mão da nossa conduta, que é de diálogo, nunca de subserviência ao governo”, pontuou. “O governo passa, o Estado continua. Lutamos por questões estruturais”, defendeu.
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