• Cultura
  • outubro 18, 2025
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Feira Nacional de Artesanato abre inscrições para a 36ª edição

Feira Nacional de Artesanato abre inscrições para a 36ª edição

Evento reforça o protagonismo dos artesãos mineiros e destaca a sustentabilidade como tema central da edição de 2025

 

Peças de cerâmica artesanal expostas em feira de artesanato em Belo Horizonte
Exposição da Feira Nacional de Artesanato (Foto: Sede-MG)

 

A maior feira de artesanato da América Latina, a Feira Nacional de Artesanato (FNA), está com inscrições abertas para a sua 36ª edição, que será realizada entre os dias 3 e 7 de dezembro, no Expominas, em Belo Horizonte. O evento é promovido pelo Instituto Centro de Capacitação e Apoio ao Empreendedor (Centro Cape) e promete reunir milhares de visitantes, expositores e artistas de todo o país.

 

Com o tema “Sustentabilidade”, a edição de 2025 reforça a importância de práticas responsáveis na produção artesanal, incentivando a inovação sem perder o vínculo com a tradição. A proposta é abrir espaço para que o público e os expositores reflitam sobre o impacto socioambiental da atividade, valorizando materiais e processos que unem cultura e consciência ambiental.

 

Inscrições abertas para artesãos 

A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede-MG) mantém o apoio à iniciativa e abriu inscrições gratuitas para artesãos interessados em participar. Ao todo, serão disponibilizadas 60 vagas, sendo 35 para artesãos individuais e 25 para entidades representativas, como associações, cooperativas e grupos produtivos. As inscrições podem ser realizadas até o dia 3 de novembro pelo site oficial da Sede-MG.

A FNA chega a mais uma edição consolidada como uma das principais vitrines do artesanato brasileiro. Em parceria com o Sebrae Minas, a Sede-MG oferecerá um espaço de mais de 1.000 m² dedicado à exposição e comercialização de produtos mineiros, fortalecendo a presença do estado no cenário nacional. 

Mais do que um ponto de encontro para quem vive do ofício artesanal, a feira é também um espaço de trocas culturais e reconhecimento do trabalho de quem transforma tradição em arte e sustento.