Bem-vindos ao Lado Bom de 2026

Bem-vindos ao Lado Bom de 2026

O ano promete ser de boas notícias para quem tem a lupa certa

Bem-vindos ao Lado Bom de 2026, artigo de Humberto Filho
Humberto Filho: o CIDADE CONECTA reafirma um compromisso claro: contar e explicar o que dá certo (Foto: Arquivo Pessoal)

 

Humberto Filho

Mas onde fica o tal do Lado Bom? Bom, com uma lupa, procurei no mapa rodoviário, no mapa-múndi, no mapa da mina, no mapa astral e até no Guia Michelin, onde achei estrelas. Nada! O Lado Bom não está no gibi, quer dizer, em mapa nenhum. Mas basta ver o outro lado de tudo, tá na cara.

 

Não é que ele seja invisível ou um sonho impossível. Mas para visitar o Lado Bom, sem visto ou passaporte, temos que fazer diferente. Enquanto todas as mídias mastigam, devoram e nos cospem medo, crise, depressão, ansiedade, violência, pessimismo e desesperança, a gente abre o guarda-chuva e escolhe outro caminho. 2026 começou meio 2025, mas continuamos firmes na missão que nos move desde o início: noticiar apenas o lado bom, as boas coisas da vida.

 

Sim, ele existe. E é maior que o mundo, porque mora em nossa percepção.

O CIDADE CONECTA reafirma um compromisso claro: contar e explicar o que dá certo. Valorizar pessoas, empresas, iniciativas; a ciência, a cultura, a inovação e as histórias que transformam realidades — em Minas, no Brasil e no mundo.
Porque há muito mais acontecendo do que pessimismo sendo propagado. Querem exemplos?

Bom, o Carnaval, com toda a preocupação prevista, mas calculada, deu certo. Hotéis, bares e restaurantes cheios de gente feliz, com toda a segurança. É o Lado Bom do Turismo. Próxima parada: Semana Santa!

Copa do Mundo? Tudo bem, nossa seleção não está nenhuma Brastemp, mas a diversão em junho e julho está garantida. Que vença o melhor e o melhor é sempre o Lado Bom.

Depois, as eleições! Lado Bom? Tem pelo menos um, aquele onde vive a última que morre… E quer coisa melhor que Esperança?
Se 2026 começou meio 2025, pelo menos começou melhor, com outros ótimos exemplos. A ciência anuncia avanços promissores no tratamento do câncer de pâncreas, com estudos experimentais obtendo resultados relevantes em modelos laboratoriais.

Na mesma área, a Saúde, uma notícia ainda melhor, com uma pesquisadora brasileira, Tatiana Lobo Coelho de Sampaio. Quem disse que santa de casa não faz milagre? Tatiana é a “mãe” da polilaminina, substância que tem mostrado resultados promissores na recuperação de movimentos, após lesões completas na medula. Trocando em miúdos de ouro, ela está perto ou já fazendo tetraplégico andar! Precisa mais? Ela até precisou, mas gritou no deserto e lá mesmo, na areia, ficou a ver navios. Vejam aí o universo conspirando a favor do Lado Bom.

A tecnologia cria, acelera e revoluciona com soluções mais sustentáveis. Empresas mineiras expandem operações, geram empregos, renda e investem em inovação. Pequenos negócios reinventam mercados. Startups surgem com soluções que simplificam a complicada e linda vida.

Para o Golpe do Master tem a Polícia Federal. E, até mesmo no campo político internacional, sinais de diálogo e convergência à vista, mesmo exigindo não uma lupa, mas um telescópio. Precisamos andar e ler com fé, acreditar que lideranças historicamente antagônicas já mandaram a bandeira branca para a lavanderia. Só falta passar. Se até os adversários encontram diálogo, por que nós não conseguiríamos encontrar mais pontes do que muros?

A verdade é que o pessimismo virou vício coletivo. E vícios podem ser substituídos por escolhas melhores. Escolher enxergar o lado bom não é sofrer da Síndrome de Poliana ou da Velhinha de Taubaté. É estratégia. É saúde mental. É olhar para os lados e depois para frente, como se todo o mundo desse a mão. Todos ligados na mesma emoção, em um só coração. É reconhecer que o progresso é silencioso, constante, cumulativo, contagioso.

Minas Gerais pulsa com o empreendedorismo. O Brasil produz inovação em energia, agronegócio, tecnologia e saúde. O mundo avança em inteligência artificial, medicina personalizada, sustentabilidade e novas formas de conexão humana. Se tudo isso tem vários lados, pelo menos um deles é o Bom!

E agora, José? E agora, Maria? Vocês vão continuar consumindo medo ou, como bons e últimos românticos, vão tomar a Esperança feito Coca-Cola?

O CIDADE CONECTA escolheu e já tirou a tampinha da garrafa. Seguiremos mostrando o que dá certo, conectando pessoas que constroem, valorizando histórias que inspiram.

Seguiremos caminhando e cantando. Bem-vindos a 2026, aquele que mal começou, que não acabou e está repleto de lados bons.