- Perfil
- março 19, 2026
- 3 minutos
Cássia Ximenes assume a Secretaria de Comunicação de Minas Gerais
Jornalista e empresária do setor imobiliário, ex-secretária adjunta da pasta substitui Bernardo Assis Fonseca Santos

A jornalista Cássia Amorim Ximenes de Souza é a nova secretária de Estado de Comunicação Social (Secom-MG). Antes secretária-adjunta da própria pasta — cargo que ocupava desde novembro de 2025 —, Cássia foi exonerada da função adjunta para assumir a titularidade. Ela substitui Bernardo Assis Fonseca Santos.
Formada em Jornalismo pela PUC Minas, Cássia tem uma trajetória que une experiência na mídia, empreendedorismo e liderança em entidades representativas. Foi colunista da Rádio 98 News, onde consolidou presença no jornalismo local, e construiu carreira destacada no setor empresarial, especialmente no mercado imobiliário.
É CEO (licenciada durante o exercício do cargo público) da Ximenes Netimóveis, empresa do grupo Netimóveis, e possui pós-graduação em Gestão de Negócios Imobiliários.
Atualmente, Cássia Ximenes ocupa a vice-presidência da Fecomércio-MG e participa ativamente de conselhos estratégicos: é vice-presidente da Netimóveis, conselheira da Netimóveis Brasil, do Sicoob Imob, da Codemge (Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais) e do Servas-MG (Serviço Voluntário de Assistência Social).
Além da atuação executiva, Cássia é reconhecida como palestrante em eventos sobre mercado imobiliário, gestão empresarial e desenvolvimento econômico, temas nos quais acumula visibilidade no cenário mineiro. Sua nomeação reforça a aposta do governo Zema em perfis com experiência tanto na comunicação quanto na iniciativa privada para a condução da comunicação oficial do Estado.
Ex-secretário teve atuação polêmica
Bernardo desagradou muito vários segmentos da comunicação mineira. Ele se intitulava como engenheiro em todas as reuniões com o setor e tratou as compras de mídia de maneira fria e sem levar em conta vários aspectos como tradição, relevância e publico alvo. Outra critica do setor contra a gestão de Bernardo foram os elevados investimentos em plataformas como meta, que não geram empregos nem impostos para MG.