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  • março 11, 2026
  • 4 minutos

Metrô de BH para o Aeroporto de Confins? Sonhar não custa nada

Metrô de BH para o Aeroporto de Confins? Sonhar não custa nada

Nova coluna no perfil do CIDADE CONECTA inicia uma reflexão e provocação construtiva sobre o futuro da Grande BH

Metrô BH a Confins é uma simulação usando a IA
Primeira intervenção imaginada propõe um metrô que liga o centro de BH ao Aeroporto de Confins, passando por pontos estratégicos da cidade e da Grande BH (Foto: Imagem gerada por IA)

 

Humberto Filho

O CIDADE CONECTA, em parceria com a renomada engenheira mineira Josiane Costa, inicia uma nova jornada de reflexão e provocação construtiva sobre o futuro da Região Metropolitana de Belo Horizonte.

A proposta é simples — e ao mesmo tempo ambiciosa: sonhar alto.

A partir da coluna audiovisual “Sonhar não custa nada”, publicada no Instagram @cidadeconecta, vamos convidar o poder público, prefeitos da Região Metropolitana, o governador Romeu Zema, o Poder Judiciário, o setor empresarial e toda a sociedade civil a refletirem conosco sobre a RMBH que queremos para as próximas décadas.

Não se trata de utopia vazia.
A ideia é provocar debate com perspectivas reais, soluções possíveis e visões de longo prazo para transformar a região.

Vamos discutir intervenções e ideias em diversas frentes, como mobilidade, infraestrutura viária, planejamento urbanístico, revitalização de espaços públicos, turismo, lazer e integração metropolitana.

Belo Horizonte e sua Região Metropolitana têm potencial para muito mais. Mais integração, mais inovação urbana e mais espaços pensados para as pessoas.

 

Assista ao vídeo da linha fictícia do metrô BH-Confins:

 

Importante: Conteúdo demonstrativo produzido com IA para fins de visualização e debate urbano. Não representa projeto de engenharia. Não se trata de projeto técnico ou executivo desenvolvido pela autora

 

E já começamos com uma provocação concreta.

Nossa primeira intervenção imaginada propõe um metrô ligando o centro de Belo Horizonte ao Aeroporto Internacional de Belo Horizonte em Confins, passando por pontos estratégicos da cidade e da Grande BH, como a Pampulha, a Cidade Administrativa e, finalmente, Confins.

Uma linha estruturante que conectaria turismo, negócios, mobilidade e desenvolvimento urbano de forma moderna e eficiente.

Parece um sonho?

Talvez.

Mas, como diz o mote da nossa coluna:
sonhar não custa nada – não é mesmo?