Contagem prevê centro de compras de R$ 200 milhões

Contagem prevê centro de compras de R$ 200 milhões

COLUNA MG: Principais destaques dos jornais e portais integrantes da rede Sindijori MG

Contagem terá centro de compras de R$ 200 mi
O empreendimento em Contagem promete reunir lojas, serviços, escritórios e grandes marcas já consolidadas no mercado (Foto: PMC/Divulgação)

 

Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, vai ganhar um centro comercial com investimento de R$ 200 milhões. O espaço, já em construção, ocupa uma área de 40 mil m² e deve ser inaugurado até março do ano que vem. Localizado na esquina da Avenida João César de Oliveira com a Avenida José Faria da Rocha, o empreendimento promete reunir lojas, serviços, escritórios e grandes marcas já consolidadas no mercado. Ao todo, serão três andares com cerca de 4 mil m² abrigando duas ou três lojas ancoras, além de unidades de médio e pequeno porte. (Diário do Comércio – Belo Horizonte).

https://diariodocomercio.com.br/economia/contagem-centro-compras-eldorado/

Associação inspeciona alimentos

A Associação Pública dos Municípios da Microrregião do Médio Rio Grande (Ameg) recebeu nesta quarta-feira, 24, do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) o credenciamento oficial ao Sisbi-POA, o Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal. Com isso, os produtos inspecionados pelo Serviço de Inspeção Municipal da Ameg agora podem ser comercializados legalmente em qualquer cidade brasileira, sem a necessidade de um novo selo, bastando o cumprimento das inspeções periódicas conforme os critérios estabelecidos pelo Ministério. (Observo – Passos).

https://www.observo.com.br/ministerio-da-agricultura-reconhece-inspecao-da-ameg-para-alimentos

Maculosa deixa Caeté em emergência 

A Prefeitura de Caeté decretou situação de emergência em saúde pública após registrar duas mortes por febre maculosa na cidade. O decreto, assinado pelo prefeito Alberto Pires, tem validade inicial de 180 dias. A assessoria de comunicação informou que, nesta terça-feira, 23, foram divulgados os resultados de 3 dos 6 casos que estavam sob investigação. As análises, realizadas pela Funed, apresentaram resultado negativo para todos os 3 casos. A Prefeitura segue aguardando resultados de outros 3 exames, que permanecem em análise. (Jornal Opinião – Caeté).

https://www.opiniaocaete.com.br/febre-maculosa/

Patos confirma caso de febre amarela

A Prefeitura de Patos de Minas, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, informa a confirmação de um caso de febre amarela em humano no município. Trata-se de uma idosa que não apresentou sintomas típicos da doença, apenas quadro leve compatível com suspeita de dengue, como mal-estar e desidratação. A paciente procurou atendimento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) no dia 30 de agosto, não precisou de internação e atualmente encontra-se em casa e com bom estado de saúde. Folha Patense).

https://www.folhapatense.com.br/caso-de-febre-amarela-em-humano-e-confirmado-em-patos-de-minas

Ouro Preto entrega casas populares

A Prefeitura de Ouro Preto entregou, no último sábado, 13, 20 unidades habitacionais no residencial Vila Alegre, localizado no bairro de mesmo nome, em Cachoeira do Campo. As moradias fazem parte do programa Um Teto é Tudo, que já beneficiou centenas de famílias no município e busca garantir não apenas uma casa, mas mais segurança, estabilidade e oportunidades para pessoas em situação de vulnerabilidade. (Jornal O Liberal – Ouro Preto).

https://oliberalinconfidentes.com.br/ouro-preto/prefeitura-de-ouro-preto-entrega-20-casas-populares-em-cachoeira-do-campo/

Mais 30 unidades UAIs

O Governo de Minas Gerais anunciou, nesta quinta-feira (25/9), a criação de 30 novas Unidades de Atendimento Integrado (UAIs) distribuídas pelas dez regiões do estado. A medida foi oficializada por meio de uma declaração conjunta com o Ministério Público de Minas Gerais, que incluiu os municípios no Programa UAI Compartilha. Segundo o Executivo, as cidades contempladas receberão investimentos do Fundo Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor. Além das UAIs, os municípios também contarão com postos do Procon, ampliando a rede de defesa e orientação ao consumidor. (Por Dentro de Minas – Belo Horizonte).

https://pordentrodeminas.com.br/noticias/gerais/2025/09/minas-gerais-tera-30-novas-uais-em-todas-as-regioes-do-estado/?utm_source=whatsapp&utm_medium=Refer%C3%AAncia&utm_term=gerais

Araxá pede ajuda para a saúde

A Prefeitura de Araxá segue em diálogo com o Governo de Minas Gerais em busca de investimentos para fortalecer a saúde pública do município e da microrregião. A construção de um hospital municipal, com apoio do estado, é a principal demanda do executivo local. Durante uma reunião em Belo Horizonte nesta terça-feira, o prefeito Robson Magela destacou ao governador Romeu Zema a necessidade de recursos estaduais. Ele ressaltou que, embora o município tenha garantido verba para a compra do terreno, a queda na arrecadação tem impedido o início das obras. (Clarin.Net – Araxá).

https://clarim.net.br/araxa-cobra-apoio-do-governo-de-mg-para-construir-hospital-e-ampliar-saude-regional/

Consumo de água na produção de lítio representa apenas 0,005% da vazão do rio Jequitinhonha, afirma professor

 

O Minera checou os dados publicados em reportagem do jornal O Tempo, que relatava um “apartheid hídrico” causado pelo consumo de água na produção de lítio na região do Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais. A matéria mencionava a Sigma Lithium, que opera entre Araçuaí e Itinga com uma das mais modernas plantas de processamento de lítio do mundo, sugerindo que o reuso da água captada do rio estaria provocando falta de água para moradores locais.

De acordo com cálculos do professor José Neuman Miranda Neiva, da Universidade Federal do Norte do Tocantins, a autorização da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) para a captação de água representa apenas 0,005% do volume diário do rio.

Esse valor corresponde à quantidade de água que o rio Jequitinhonha conduz em aproximadamente 4,7 segundos de fluxo médio. Considerando que a vazão média em Itinga é de 407 m³ por segundo, a retirada da mineradora representa uma fração mínima do volume diário.

“Tem que ser tolo ou agir de má-fé para achar que essa retirada seria uma catástrofe para o Vale do Jequitinhonha”, disse o professor Neuman, em vídeo publicado em seu canal no YouTube, Agro Verdades, onde apresentou os cálculos que demonstram que a reportagem de O Tempo é uma fake news.

Neuman gravou o vídeo para esclarecer os moradores da região, explicando que o argumento do “apartheid hídrico” é equivocado, já que retirar 0,005% da água do rio não causa estresse hídrico.

Mais escassez de emprego que de água

O professor, natural de Araguaína (TO), destaca que o verdadeiro problema na região não é a água, mas a falta de emprego:

“É justo, por causa desse 0,005%, frear a retirada de lítio na região? Quantas pessoas tiveram que sair do Vale do Jequitinhonha por falta de trabalho e agora estão voltando de São Paulo e Rio de Janeiro, podendo viver com suas famílias? Qual apartheid dói em nossos corações? Consultem especialistas em hidrologia, eles vão dizer que essa retirada é insignificante”.

Ele afirma ainda que falar em “apartheid hídrico” é hipocrisia:

“Frear a mineração predatória é ótimo. Agora busquem as razões e mostrem onde ela é realmente predatória. O que não dá é inventar história. É hipocrisia dizer que falta água por causa da mineração de lítio. O povo sofre é por falta de política pública e de pessoas sérias que resolvam os problemas”.

O professor ressalta que não tem qualquer relação com mineradoras de lítio da região e que sua iniciativa é esclarecer a realidade:

“A mineradora não é santa, não. Precisa ser fiscalizada mesmo. Mas não se pode usar inverdades. Coisa de gente que não sabe fazer conta: somar, subtrair, multiplicar e dividir. Não vamos transformar isso em discussão política ou ideológica”.

Neuman conclui destacando o potencial de desenvolvimento do Vale do Jequitinhonha:

“O Vale ainda é muito pobre, e a indústria do lítio pode ser uma oportunidade de transformação. O que devemos fazer é permitir que essa riqueza gere desenvolvimento e não criar entraves com mentiras e notícias desse tipo”.