- Artigo
- dezembro 31, 2025
- 5 minutos
Amanhã será um lindo ano novo
Esqueçamos os pesadelos de 2025 e sonhemos com um 2026 quase ideal, porque nada, nem ninguém, é perfeito

Humberto Filho
Dia 20 de setembro, no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, o compositor e cantor Toquinho, quase aos 80 anos, deu um fantástico show de vida, vitalidade, talento e alegria, com sua nova turnê, “Só tenho tempo pra ser feliz”. Pronto, foi o mote para este musical texto e o ano novo, que já está ali, na esquina de tantos clubes.
Por falar nisso, e aí? Como combinado, no artigo anterior, todos conjugando nosso movimento, “O Lado Bom” e praticando “o jeito de ver muda tudo”?
Espero que sim, porque hoje tem mais, no melhor estilo nada será como antes e depois de 2026. Para tal, basta procurar e achar o lado bom do ano que vem. Basta ver o ano que vai nascer, de outro jeito, realista, mas recheado de esperança.
Sim, esperança! Continuemos o baile com um samba do bem e do Nelson Cavaquinho: “Nunca é tarde pra quem sabe esperar. O que se espera há de se alcançar. Eu plantei o bem e vou colher o que mereço. A felicidade deve ter meu endereço”.
Esqueçamos os pesadelos de 2025 e sonhemos com um 2026, quase ideal porque nada, nem ninguém é perfeito. Mesmo assim, devemos tentar e perseguir esse objetivo.
Chega de ódio, chega de briga; só o amor constrói, faça amor, não faça guerra; paz para todo mundo e amor para o resto. Amor amplo, geral e irrestrito como certas as anistias de outros carnavais. Conhecem aquela bandeira, liberdade ainda que tardia?
E se cair neve no sertão? E se não faltar pão? E se o Brasil for campeão? E se o meu dinheiro não faltar? E se o ministro for gentil? E se tiver picanha no jantar? E se o Carnaval cair em abril, como na pandemia?
E se tivermos eleições justas? E se Brasília endireitar? E se es reformas estruturantes reformarem todas as estruturas, a começar pelo saneamento básico em todo o Brasil? E se o Galo for campeão brasileiro, da Libertadores e mundial? Por que não, se o 2026 funcionará como relógio suíço?
“Ma oê!”… Pausa para os nossos comerciais, com viva e um chega de saudade do Silvio Santos! Muito obrigado a vocês leitores que atraem anunciantes e aos anunciantes que possibilitam essa boa e velha amizade entre nós.
E voltando a 2025, ele não foi “um sonho medonho, desses que, às vezes, a gente sonha e baba na fronha. Porque foi exatamente nele que o CIDADE CONECTA aprendeu e quer ensinar a ver o lado bom das pessoas, das cidades, da vida! 2025 vai morrer? Viva 2026.
E que o mesmo 2026 já chegue esbanjando bondades e entornando felicidades. Sorteando boas notícias, plantando belas sementes nos campos do Senhor, da política, da economia, do social e principalmente da saúde! E se 2026 descobrir vacinas e curas para uma montanha de doenças, num mundo sem guerras e miséria? Por que não? Se sonhos não envelhecem, também não são impossíveis.
Se não tem colírio, nem óculos escuros, use filtro solar, contra o baixo astral! Combinado com o Guilherme Arantes, cantando que em 2026, amanhã será um lindo dia da mais louca alegria, que se possa imaginar.
Combinado com o anistiado Chico Buarque, cantando: “E se à meia-noite o sol raiar? E se o meu país for um jardim?
Melhor voltar ao Guilherme Arantes porque, “amanhã, mesmo que uns não queiram, será de outros que esperam ver o dia raiar. Amanhã ódios aplacados, temores abrandados, será pleno.
Ah! Achavam que eu ia esquecer? Feliz Bom Ano Novo!