- Cultura
- abril 15, 2026
- 5 minutos
BH reúne público de mais de 200 cidades e se firma como polo nacional das festas juninas
Cidade Junina celebra cinco anos com sete finais de semana, grandes nomes da música e impulsiona o turismo na capital mineira

Com a aproximação da temporada junina, BH volta ao radar de milhares de turistas atraídos por grandes festivais. Nesse contexto de expansão, a Cidade Junina chega à sua edição comemorativa de cinco anos com um formato ampliado: serão sete finais de semana de programação, entre os dias 23 de maio e 4 de julho.
Além do público local, a capital mineira se consolida como vitrine nacional para as festas de meio de ano. Em edições anteriores, o festival de BH recebeu visitantes de todos os estados brasileiros. O público mineiro representou 95% dos presentes, com participação de mais de 200 cidades do Estado.
Para 2026, o espaço aposta em uma estrutura cenográfica que simula uma cidade do interior, com ruas, praças, igrejinha, roda-gigante e áreas interativas. A proposta combina entretenimento e tradição, com destaque para a gastronomia típica e uma programação pensada para diferentes faixas etárias.
Durante o dia, a “Cidadezinha” concentra atividades voltadas para famílias, com quadrilhas profissionais, contação de histórias e oficinas. À noite, os shows assumem o protagonismo e ampliam o alcance do festival, reforçando seu caráter intergeracional.
Programação ampliada e estratégia de expansão no evento de BH
A edição comemorativa chega com uma grade musical robusta e anunciada com antecedência. A abertura, no dia 23 de maio, reúne Zé Ramalho e Elba Ramalho. No dia 30, Belo e Dilsinho sobem ao palco. Em junho, a programação segue com Pedro Sampaio, Teto e Wiu, no dia 5, além do Dia do Rock com Jack Rock Bar, no dia 6. João Gomes se apresenta no dia 13, seguido por Falamansa, no dia 27. O encerramento, em 4 de julho, fica por conta de Xand Avião e Mari Fernandez.
A divulgação antecipada da programação faz parte de uma estratégia voltada à atração de turistas, permitindo o planejamento de viagens e impulsionando toda a cadeia de serviços da cidade.
Segundo o gestor da naSala, Kiko Gravatá, o crescimento do evento reflete o amadurecimento do turismo junino em Belo Horizonte.
“Chegar à nossa quinta edição ampliando o evento para sete finais de semana é a prova de que Belo Horizonte abraçou e transformou a Cidade Junina em uma tradição. Nós percebemos que o turista de fora, seja do interior de Minas ou de outros estados, planeja sua vinda para a capital buscando exatamente essa mistura de megaestrutura com a essência da nossa cultura. O lançamento antecipado da nossa grade histórica permite que esse público se organize, o que movimenta não só o nosso festival, mas toda a economia da cidade. Queremos que todos venham viver a magia da nossa cidade cenográfica”, destaca.