- Cultura
- dezembro 3, 2025
- 4 minutos
Exposição em cidade histórica realça tradições e festejos de Minas Gerais
Artista plástica Yara Tupynambá encerra itinerário de exibições em Sabará, na Grande BH, ao destacar a riqueza que marca a identidade cultural mineira

A exposição “Yara Tupynambá e os Festejos Populares“ chega a Sabará, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, a partir do dia 5 de dezembro. Após passar por Montes Claros, São Gotardo e Rio Paranaíba, a mostra encerra seu circuito itinerante no Teatro Municipal da cidade, onde permanecerá aberta ao público até 10 de janeiro de 2026.
Integrada ao programa Palácio na Cidade, iniciativa da Fundação Clóvis Salgado, a exibição leva a diferentes municípios mineiros uma seleção de obras da artista plástica Yara Tupynambá, referência nacional das artes visuais. As pinturas destacam cores, sons e ritmos de festas tradicionais que marcam a identidade cultural de Minas Gerais.
Para o diretor da Encruza Produções, Vitor Gonzaga, Sabará é o local ideal para concluir a temporada. Ele destaca que a cidade preserva um dos cenários mais emblemáticos retratados pela artista ao longo de sua carreira.
“Sabará é uma das cidades que mais ajudaram a escrever a história de Minas Gerais. Reconhecida nacionalmente por sua trajetória e contribuição às artes visuais, Yara mantém uma profunda ligação afetiva e simbólica com o Estado. É justo que passemos por aqui”, afirma.
A escolha do município reforça, segundo ele, o caráter cultural e institucional da iniciativa, que valoriza o patrimônio imaterial mineiro e a produção artística local. Além disso, a mostra oferece ao público a oportunidade de observar de perto a delicadeza dos gestos, a simbologia e a força narrativa presentes na obra de Yara Tupynambá.
Com entrada gratuita, a exposição reforça a importância da arte mineira e amplia o acesso da população às produções de uma das artistas mais influentes do Estado.
“Yara é uma das artistas que mais contribuíram para o desenvolvimento cultural das artes plásticas de Minas Gerais. Com toda franqueza, é indispensável que nós, mineiros, estejamos presentes e confiramos de perto os seus festejos”, conclui Gonzaga.