- Bem-estar
- outubro 4, 2025
- 5 minutos
Praça da Liberdade recebe vivência gratuita de Biodanza
Neste domingo, 5 de outubro, Adriana Pirola e alunas da Escola Biodanza Viva conduzem atividade aberta ao público com o tema “Comunidade Humana”

Neste domingo, 5 de outubro, às 15h30, a Praça da Liberdade será palco de uma experiência especial: uma vivência gratuita de Biodanza, conduzida pela psicóloga e diretora da Escola Biodanza Viva, Adriana Pirola, em parceria com as futuras facilitadoras Gabi Baeta e Stella Bartoli. A atividade traz como tema “Comunidade Humana” e busca proporcionar um encontro de integração, partilha e reconexão com a vida.
Segundo Adriana Pirola, o momento tem também um significado simbólico:
“Teremos a alegria de partilhar uma sessão de Biodanza com minhas alunas que estão se formando facilitadoras pela Escola Biodanza Viva. Sementes plantadas e florescendo em plena primavera. Alegria boa é alegria compartilhada. Venha fazer parte desta Roda de Amor à Vida. Que o amor desperte em nós”, ressalta.
A Biodanza foi criada na década de 1960, no Chile, pelo psicólogo e antropólogo Rolando Toro, e hoje é reconhecida em todo o mundo como um sistema de desenvolvimento humano com dimensões terapêuticas, pedagógicas e artísticas. A proposta é resgatar a conexão com a sacralidade da vida, fortalecer vínculos e estimular o autoconhecimento.
A prática não exige experiência prévia em dança. Em Biodanza, o movimento é entendido como expressão plena de emoção e sentido, capaz de favorecer uma expansão de consciência sobre si, o outro e o mundo.
O método busca ativar potenciais humanos muitas vezes enfraquecidos pela cultura contemporânea:
- Vitalidade: a capacidade de autorregulação;
- Sexualidade: a orientação da vida para o prazer;
- Criatividade: o impulso de inovar, adaptar e criar;
- Afetividade: a capacidade de se vincular e cultivar relações nutritivas;
- Transcendência: a busca por superar o ego e ampliar a visão do todo.
Para Rolando Toro, a Biodanza é também a “poética do Encontro Humano”: um convite a reconhecer a beleza de si e do outro, em um mundo cada vez mais individualista. No Brasil, desde 2017, ela é reconhecida pelo Ministério da Saúde como uma Prática Integrativa e Complementar de Saúde.
Atualmente, são mais de 200 escolas afiliadas à IBFED (International Biocentric Federation), instituição que regula a metodologia no mundo. Em Belo Horizonte, a Escola Biodanza Viva é referência, dirigida por Adriana Pirola, que atua há mais de dez anos com grupos semanais, conduzindo processos de autoconhecimento e transformação.
Um dos diferenciais da escola é o programa Biodanza Social, que leva a prática a comunidades em situação de vulnerabilidade e oferece bolsas afirmativas. A instituição também organiza o projeto Biodanza nas Praças e Parques, que amplia o acesso da população à saúde e ao bem-estar por meio de atividades gratuitas em espaços públicos.
A prática pode ser aplicada em diferentes contextos — da saúde à educação, passando por empresas e organizações. Existem grupos voltados para crianças, adolescentes, idosos, gestantes, famílias, casais e até para pessoas com sofrimento psiquiátrico.
Na capital mineira, a Escola Biodanza Viva oferece grupos regulares manhã, tarde e noite, além de aulas temáticas, formação de facilitadores, workshops e imersões de fim de semana
A facilitadora Adriana Pirola também coordena há alguns anos um grupo de Biodanza Social na comunidade da Barragem Santa Lúcia/Morro do Papagaio, em parceria com o Posto de Saúde da Barragem e a ONG Casa do Beco. O grupo é gratuito e aberto à população local.
O convite para este domingo é aberto e acolhedor. “Traga sua família, seu amor, seu(a) amigo(a). Aguardamos você com alegria”, salienta.
Saiba mais sobre a atividade na Praça da Liberdade
- Atividade “Comunidade Humana” da Escola Biodanza Viva
- Local: Praça da Liberdade, Funcionários, Belo Horizonte;
- Data: 5 de outubro, a partir de 15h30;
- Evento de graça;
- Realização: Escola Biodanza Viva (Rua Professor Morais, 77, bairro Funcionários);
- Informações: (31) 99860-1903.