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- setembro 18, 2025
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Seminovos avançam no mercado de máquinas pesadas e aceleram renovação de frotas
Grupo Inova inaugura unidade exclusiva de seminovos John Deere na América Latina e reforça tendência que transforma o setor

O mercado de máquinas pesadas vive uma mudança de ritmo. Se antes a renovação de frotas acontecia em ciclos de oito a dez anos, hoje esse prazo caiu para cinco a seis. O motivo é claro: a pressão por eficiência e a evolução tecnológica, tanto no agronegócio quanto na construção civil. Nesse cenário, os seminovos deixaram de ser apenas uma opção de menor custo e passaram a ocupar papel estratégico para produtores e empresas de diferentes portes.
De olho nessa transformação, o Grupo Inova inaugurou a primeira unidade exclusiva de máquinas seminovas da linha amarela John Deere na América Latina. A nova loja também oferece equipamentos da linha verde da John Deere e da Wirtgen, além de um portfólio multimarcas, ao ampliar o leque de soluções para clientes. A iniciativa reforça a presença do grupo, que já representa marcas globais de peso como John Deere, Wirtgen, Epiroc, Leica e Valley.
Segundo o gerente de seminovos do grupo, Júlio Ottoni, o objetivo é claro: oferecer alternativas seguras e de qualidade, mesmo para quem não tem condições de investir em máquinas zero quilômetro. O destaque fica por conta do John Deere Certified, processo que exige histórico completo de revisões, análises de óleo e máquinas com até 5 mil horas de uso ou cinco anos de fabricação. Após uma reforma minuciosa e homologação da própria fabricante, o cliente recebe um certificado digital com garantia de fábrica de até um ano, com possibilidade de extensão.
Para máquinas que ultrapassam esses limites, a concessionária criou a Certificação Inova, voltada para equipamentos John Deere de cinco a sete anos ou com até 8 mil horas de uso. Nesse caso, o comprador tem direito a seis meses de garantia oferecidos pela própria Inova.
“Queremos ampliar a tranquilidade do cliente, mostrando que até mesmo equipamentos fora do padrão oficial podem ser adquiridos com segurança e respaldo técnico”, explica Ottoni.
Mais do que atender à demanda por seminovos, o Inova aposta em um modelo de negócios que estimula o mercado de máquinas novas. O trade-in, prática de troca de usados por novos, é a engrenagem que sustenta essa estratégia.
“Criamos um tripé formado pela aquisição competitiva do equipamento do cliente, crédito atrativo para quem compra a usada e revenda estruturada. Isso gera um ciclo sustentável para todo o setor”, afirma Ottoni.
A expectativa do grupo é que, em médio prazo, os seminovos passem a representar até 25% das vendas de máquinas novas. A abertura da unidade também contribui para ampliar o acesso de pequenos e médios empresários a equipamentos certificados e com tecnologia atualizada.
Para marcar o lançamento, o grupo realiza, até 30 de setembro, o Grande Feirão de Máquinas Seminovas com condições especiais de negociação.
“Nosso papel é reposicionar os seminovos. Eles não são apenas máquinas usadas, mas equipamentos preparados para entregar confiabilidade, produtividade e retorno ao cliente. É assim que enxergamos esse mercado”, conclui Ottoni.