- Bem-estar
- fevereiro 2, 2026
- 4 minutos
Uso de suplemento alimentar cresce entre adultos focados em envelhecimento saudável
História de Paula Faria ilustra os benefícios associados ao uso do Pepti Strong, tecnologia nutricional produzida pelo Laboratório de Manipulação da Araujo

Dores persistentes após o treino, cansaço excessivo e dificuldade de manter constância na atividade física são queixas cada vez mais comuns entre adultos ativos e pessoas acima dos 40 anos. Uma nova tecnologia nutricional surge como alternativa associada à recuperação muscular e ao desempenho físico: o Pepti Strong – produzido no Laboratório de Manipulação da Drogaria Araujo.
A funcionária pública Paula Faria Dias, moradora da capital mineira, conta que viveu esse ciclo de frustração até o ano passado.
“Eu treinava, mas ficava travada no dia seguinte. A recuperação era lenta e isso acabava me desmotivando. Com orientação da minha nutricionista, passei a usar o Pepti Strong e a diferença foi nítida: menos dor, mais disposição e constância nos treinos”, relata.
Segundo Paula Faria, o ganho foi além da estética.
“Voltei a ter fôlego para o trabalho, para a rotina e para a atividade física. O corpo responde melhor e isso muda completamente a relação com o exercício.” Ela define este início de ano como seu “Janeiro Dourado”, em alusão ao mês dedicado à saúde metabólica.
Diferenças no uso de suplemento alimentar
Diferente de proteínas tradicionais, como whey protein e colágeno, o Pepti Strong não atua apenas como fonte de aminoácidos. Trata-se de um complexo de peptídeos bioativos, que funciona como sinalizador metabólico, estimulando diretamente mecanismos ligados à síntese proteica e à recuperação muscular.
De acordo com a farmacêutica e coordenadora do Laboratório de Manipulação da Araujo, Mary Anne Senna, os peptídeos são derivados da proteína da fava e selecionados com apoio de inteligência artificial, o que garante maior especificidade e biodisponibilidade.
“Esses fragmentos atuam na ativação da via mTORC1, essencial para a construção e manutenção da massa muscular. Não é apenas reposição nutricional, mas um estímulo funcional mais direcionado”, explica.
Estudos apontam que o Pepti Strong pode aumentar a síntese proteica mesmo em repouso, reduzir marcadores de dano muscular e acelerar a recuperação pós-exercício.
“Há evidências de que o ingrediente seja até quatro vezes mais eficaz que o whey protein na ativação da síntese muscular, com redução significativa da fadiga”, destaca Mary Anne Senna.
O uso do Pepti Strong tem crescido entre praticantes de atividade física, pessoas acima dos 50 anos como estratégia de prevenção da sarcopenia – perda progressiva de massa muscular e da força da função dos músculos-, pacientes em recuperação pós-cirúrgica ou pós-bariátrica, além de mulheres na perimenopausa e pós-menopausa.
A dose padrão é de 2,4 g por dia, podendo ser ajustada conforme avaliação profissional. Gestantes, lactantes e pessoas com doenças renais ou hepáticas devem utilizar o produto apenas com orientação especializada.