- Casa e design
- julho 24, 2026
- 7 minutos
Setor imobiliário reflete novos padrões de moradia e investimentos
Empreendimentos do Grupo Concreto traduzem tendências que impulsionam o segmento, como localização estratégica, moradias otimizadas e projetos de alto padrão

O setor imobiliário brasileiro iniciou 2026 em um ciclo de crescimento consistente, impulsionado pela perspectiva de queda gradual dos juros, pela expansão do mercado de locação e pela mudança no perfil de consumo dos compradores. Este contexto tem estimulado lançamentos e reforçado a busca por imóveis mais compactos, bem localizados e com maior potencial de valorização e rentabilidade.
Segundo dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), os lançamentos imobiliários cresceram 18,6% no quarto trimestre de 2025, na comparação com o mesmo período do ano anterior. O Valor Geral de Lançamentos (VGL) alcançou R$ 292,3 bilhões no acumulado do ano, com alta de 10,6% frente a 2024, evidenciando a resiliência do setor mesmo em um ambiente macroeconômico ainda desafiador.
Nesse cenário, o Grupo Concreto se prepara para entregar, em 2026, dois empreendimentos que dialogam diretamente com essas transformações do setor. Em Belo Horizonte, o edifício Ânima, localizado na Rua Grão Mogol, no bairro Sion, aposta em apartamentos com espaço otimizado e com proposta de integração com a vida urbana.
O projeto, assinado pela Dávila Arquitetura, está inserido em uma região estratégica, próxima a serviços, comércio e equipamentos urbanos, e incorpora uma leitura contemporânea da cidade, com lojas no térreo e recuos planejados para ampliar a circulação e a convivência no entorno.
Desde o lançamento, o empreendimento registra elevada absorção de unidades, refletindo a demanda por imóveis voltados a diferentes perfis, como jovens profissionais, pequenos núcleos familiares e pessoas que priorizam localização e praticidade.
Conheça mais sobre o edifício Ânima:
Já em São Paulo, o Ritmo Itaim marca o primeiro lançamento da Concreto na capital paulista. Assinado pelo arquiteto Arthur Casas e finalista do World Architecture Festival (Waf), um dos mais importantes prêmios internacionais de arquitetura, o empreendimento está situado no bairro do Itaim Bibi e traduz o conceito de moradia boutique, combinando exclusividade, sofisticação e localização privilegiada.
Com plantas de 1 ou 2 suítes, o projeto oferece infraestrutura completa de lazer distribuída entre térreo e rooftop, incluindo espaço kids, academia, espaço gourmet, sauna, spa, lavanderia, salão de festas, home office e bicicletário. A arquitetura minimalista valoriza a integração entre estética e funcionalidade, com interiores também assinados pelo Studio Arthur Casas, reforçando a proposta de leveza e sofisticação.
Mercado do setor de imóveis continua aquecido
Os modelos de empreendimentos, ideais para pequenas famílias e solteiros, também têm atraído a atenção de investidores. O movimento é sustentado principalmente pela expectativa de redução da taxa básica de juros, fator que amplia o acesso ao crédito e fortalece tanto a demanda de compra quanto o interesse por investimento imobiliário. Na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), foi reduzido o patamar de 14,50% para 14,25% ao ano, em um movimento de calibragem da política monetária diante da evolução do cenário inflacionário.
De acordo com a própria CBIC, a intenção de compra de imóveis alcança 50% dos entrevistados em levantamento realizado em 221 municípios brasileiros, incluindo capitais e regiões metropolitanas, um indicador que reforça a confiança do consumidor e a consistência da demanda em 2026.
Dados mais recentes da PNAD Contínua (IBGE, 2026) indicam que o Brasil atingiu um novo recorde de domicílios alugados. Em 2025, eram 18,9 milhões de unidades, o equivalente a 23,8% do total de moradias no País. O número representa um crescimento de 54,1% em relação a 2016, evidenciando uma mudança estrutural no padrão de habitação brasileiro.
Nesse cenário, o setor imobiliário se consolida como uma alternativa competitiva frente a outros ativos financeiros, especialmente para investidores com visão de médio e longo prazo, em um ambiente de maior previsibilidade econômica e transformação dos hábitos urbanos.

