- Atualidades
- setembro 3, 2026
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Após oito anos no Senado, Rodrigo Pacheco parte para o TCU para substituir Bruno Dantas
Indicação, prerrogativa exclusiva do Senado, nome do ex-presidente da Câmara segue agora para análise da Câmara dos Deputados

Redação (*)
BRASÍLIA – O Senado Federal aprovou, nesta semana, o nome do senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) para ocupar uma vaga de ministro no Tribunal de Contas da União (TCU). A votação, favorável por 63 votos a 4, referenda a indicação de Pacheco para a cadeira deixada por Bruno Dantas, que formalizou sua saída da corte na véspera, segunda-feira (31).
A escolha decorre de prerrogativa exclusiva do Senado Federal e, por isso, dispensa a chancela do Poder Executivo. Em pronunciamento após o resultado, Pacheco agradeceu aos colegas pela confiança depositada em seu nome.
“O agradecimento a cada um dos senhores pela convivência que tivemos ao longo desses oito anos. Um agradecimento especial ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, por ter sido o signatário desse projeto legislativo. E, por fim, aos líderes que referendaram meu nome ao Tribunal de Contas da União”, declarou o senador.
Pacheco também dedicou parte de sua fala ao antecessor no cargo.
“O ministro contribuiu muito para a transformação do Tribunal de Contas da União, sobretudo no momento em que ele foi presidente. E, ao trilhar o caminho da vida privada, deixa um legado enorme ao tribunal e impõe àquele que ocupará a vaga uma grande responsabilidade”, afirmou, em referência a Bruno Dantas.
Escolha de Rodrigo Pacheco tem tramitação consensual
Durante a sessão, os senadores aprovaram em regime de urgência a matéria, tratada como consensual entre os parlamentares. O senador Renan Calheiros (MDB-AL) foi designado relator do Projeto de Decreto Legislativo nº 995, de 2026, que trata da indicação de Pacheco ao tribunal de contas. Aprovado no Senado, o PDL segue agora para análise da Câmara dos Deputados.
Ao longo da sessão, colegas de Pacheco fizeram diversos elogios à sua trajetória parlamentar, com destaque para os dois mandatos em que comandou o Congresso Nacional.
(*) Com Agência Senado