- Atualidades
- setembro 14, 2026
- 4 minutos
Mobilização por obras no Rodoanel amplia pressão sobre candidatos em Minas
Mais de 130 signatários fazem parte do Movimento Pró-Vidas, que cobra compromissos para a conclusão de projetos estratégicos até 2029

Da Redação
Uma das principais articulações em defesa da infraestrutura viária de Minas Gerais entra em uma nova etapa. A Federação das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado de Minas Gerais (Fetram) integra o Movimento Pró-Vidas, que ampliou a cobrança aos candidatos aos governos estadual e federal pela implantação do Rodoanel. A mobilização da entidade é pelo avanço de obras consideradas estratégicas para a logística mineira.
Com mais de 130 signatários, a iniciativa busca construir um pacto federativo capaz de destravar gargalos históricos que afetam a mobilidade, a competitividade econômica e a segurança nas rodovias do Estado.
A articulação reúne representantes do poder público, do setor produtivo e da sociedade civil organizada. O grupo conta com 35 prefeitos, 35 presidentes de câmaras municipais, cinco entidades regionais de desenvolvimento econômico e quatro associações de municípios. O bloco também é formado por dez entidades estaduais. Entre elas, estão: Fiemg, Faemg, OAB-MG, Federaminas, FCDL, Fetram, Fetcemg, Setcemg, Crea-MG e Associação Mineira de Imprensa (Ami).
Mobilização para a execução de projetos até 2029
Nas últimas semanas, representantes do movimento realizaram a entrega direta de cartas-manifesto aos candidatos ao Governo de Minas Gerais e à Presidência da República. O objetivo era cobrar cada esfera de poder o compromisso com suas respectivas responsabilidades na execução dos projetos.
O documento propõe a definição de prazos e compromissos institucionais para evitar descontinuidades administrativas e garantir a conclusão dos empreendimentos previstos até 2029. Os candidatos estão com as propostas e os detalhamentos técnicos formalmente apresentados.
Para os integrantes da mobilização, a união entre prefeituras, setor produtivo, trabalhadores e entidades da sociedade civil demonstra a urgência de enfrentar entraves logísticos que afetam o desenvolvimento econômico de Minas Gerais e comprometem a segurança nas estradas do Estado.