Setor imobiliário reflete novos padrões de moradia e investimentos

Setor imobiliário reflete novos padrões de moradia e investimentos

Empreendimentos do Grupo Concreto traduzem tendências que impulsionam o segmento, como localização estratégica, moradias otimizadas e projetos de alto padrão

Interior do edifício Ânima, projeto do Grupo Concreto em Belo Horizonte, que aposta em moradias de alto padrão alinhadas às novas tendências do setor imobiliário
Setor imobiliário amplia a oferta de empreendimentos voltados para moradias compactas e de alto padrão, como o Edifício Ânima (Fotos: Concreto / Divulgação)

 

O setor imobiliário brasileiro iniciou 2026 em um ciclo de crescimento consistente, impulsionado pela perspectiva de queda gradual dos juros, pela expansão do mercado de locação e pela mudança no perfil de consumo dos compradores. Este contexto tem estimulado lançamentos e reforçado a busca por imóveis mais compactos, bem localizados e com maior potencial de valorização e rentabilidade.

Segundo dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), os lançamentos imobiliários cresceram 18,6% no quarto trimestre de 2025, na comparação com o mesmo período do ano anterior. O Valor Geral de Lançamentos (VGL) alcançou R$ 292,3 bilhões no acumulado do ano, com alta de 10,6% frente a 2024, evidenciando a resiliência do setor mesmo em um ambiente macroeconômico ainda desafiador.

Nesse cenário, o Grupo Concreto se prepara para entregar, em 2026, dois empreendimentos que dialogam diretamente com essas transformações do setor. Em Belo Horizonte, o edifício Ânima, localizado na Rua Grão Mogol, no bairro Sion, aposta em apartamentos com espaço otimizado e com proposta de integração com a vida urbana.

O projeto, assinado pela Dávila Arquitetura, está inserido em uma região estratégica, próxima a serviços, comércio e equipamentos urbanos, e incorpora uma leitura contemporânea da cidade, com lojas no térreo e recuos planejados para ampliar a circulação e a convivência no entorno.

Desde o lançamento, o empreendimento registra elevada absorção de unidades, refletindo a demanda por imóveis voltados a diferentes perfis, como jovens profissionais, pequenos núcleos familiares e pessoas que priorizam localização e praticidade.

 

Conheça mais sobre o edifício Ânima:

 

Já em São Paulo, o Ritmo Itaim marca o primeiro lançamento da Concreto na capital paulista. Assinado pelo arquiteto Arthur Casas e finalista do World Architecture Festival (Waf), um dos mais importantes prêmios internacionais de arquitetura, o empreendimento está situado no bairro do Itaim Bibi e traduz o conceito de moradia boutique, combinando exclusividade, sofisticação e localização privilegiada.

Com plantas de 1 ou 2 suítes, o projeto oferece infraestrutura completa de lazer distribuída entre térreo e rooftop, incluindo espaço kids, academia, espaço gourmet, sauna, spa, lavanderia, salão de festas, home office e bicicletário. A arquitetura minimalista valoriza a integração entre estética e funcionalidade, com interiores também assinados pelo Studio Arthur Casas, reforçando a proposta de leveza e sofisticação.

Mercado do setor de imóveis continua aquecido

Os modelos de empreendimentos, ideais para pequenas famílias e solteiros, também têm atraído a atenção de investidores. O movimento é sustentado principalmente pela expectativa de redução da taxa básica de juros, fator que amplia o acesso ao crédito e fortalece tanto a demanda de compra quanto o interesse por investimento imobiliário. Na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), foi reduzido o patamar de 14,50% para 14,25% ao ano, em um movimento de calibragem da política monetária diante da evolução do cenário inflacionário.

De acordo com a própria CBIC, a intenção de compra de imóveis alcança 50% dos entrevistados em levantamento realizado em 221 municípios brasileiros, incluindo capitais e regiões metropolitanas, um indicador que reforça a confiança do consumidor e a consistência da demanda em 2026.

Dados mais recentes da PNAD Contínua (IBGE, 2026) indicam que o Brasil atingiu um novo recorde de domicílios alugados. Em 2025, eram 18,9 milhões de unidades, o equivalente a 23,8% do total de moradias no País. O número representa um crescimento de 54,1% em relação a 2016, evidenciando uma mudança estrutural no padrão de habitação brasileiro.

Nesse cenário, o setor imobiliário se consolida como uma alternativa competitiva frente a outros ativos financeiros, especialmente para investidores com visão de médio e longo prazo, em um ambiente de maior previsibilidade econômica e transformação dos hábitos urbanos.