Manucci Advogados debate investimentos com México, China e França

Manucci Advogados debate investimentos com México, China e França

Debates sobre as relações do Brasil com México, China e França reuniramexecutivos, investidores e especialistas entre setembro e outubro

 
João Zhao Anne Severin Claudio Jannini Mano e Daniel Manucci
João Zhao Anne Severin Claudio Jannini Mano e Daniel Manucci (Foto: Manucci Advogados /Divulgação)
Da Redação

Entre 23 de setembro e 1º de outubro, o Manucci Advogados promoveu três encontros executivos, sendo dois em São Paulo e um em Paris, dedicados às relações econômicas do Brasil com México, China e França.

Organizados com escritórios estrangeiros e câmaras de comércio bilaterais, os debates trataram de ambiente regulatório, práticasde negociação e estruturação de investimentos, temas que afetam diretamente empresas brasileiras que exportam, buscam sócios no exterior ou recebem capital estrangeiro.

Brasil e México

O primeiro encontro, em 23 de setembro, foi um café da manhã executivo noescritório do Manucci Advogados em São Paulo, realizado em parceria com o escritório mexicano Ramírez, Gutiérrez-Azpe, Rodríguez-Rivero y Hurtado (RGRH), com apoio da Câmara de Comércio México-Brasil (Camebra) e da Câmara Internacional de Negócios do Brasil(CINBR). A pauta incluiu oportunidades de investimento, expansão de empresas e cooperação entre duas das maiores economias da América Latina.

A conversa abordou oportunidades de investimento, expansão empresarial e cooperação entre Brasil e México, com foco em caminhos práticos para empresas interessadas em atuar no mercado mexicano.
O encontro contou com a presença do Cônsul-Geral do México no Brasil,Jose Alberto Limas Gutierrez, e de Enrique Ramirez Ramirez, sócio do RGRH e responsável pelo nosso Brazil Desk no México, que compartilhou sua experiência sobre o ambiente de negócios, as oportunidades e os principais aspectos para investir no país.
O encontro contou ainda com a presença de Wagner Setti, Diretor de Relações Institucionais e Governamentais da WEG, que falou sobre a presença e a importância do mercado mexicano para a empresa.

Brasil e China

No dia seguinte, o escritório sediou o café da manhã executivo “China emPerspectiva: ambiente de negócios, conexões com o Brasil e oportunidades”, realizado com a Câmara Chinesa de Comércio do Brasil (CCCB) e a UGGC Avocats, escritório francês associado ao Manucci Advogados.

O tema ganhou relevância com os dados mais recentes:segundo o estudo Investimentos Chineses no Brasil 2025, do Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC), divulgado em 2026, o Brasil foi o principal destino do investimento chinês no mundo em 2025, com US$ 6,1 bilhões em 52 projetos confirmados, alta de 45% emrelação a 2024. Eletricidade e mineração concentraram, juntas, mais da metade desse valor.

Conduzido por Daniel Manucci, managing partner do Manucci Advogados e presidente da CCCB, o debate reuniu Anne Severin, sócia da UGGC Avocats em Xangai, João Zhao, general manager da C&D Merchandise, e Claudio Jannini Mano, head de ESG da To Do Green.

Os participantes examinaram o ambiente regulatório chinês, a agenda ESG e os aspectospráticos da estruturação de negócios entre os dois países.

 

“Ficou evidente, ao longo da manhã, que o conhecimento das regras e das práticas de negociação de ambos os lados é condição para estruturar operações bilaterais com segurança”, afirmou Daniel Manucci.

 

Brasil e França

Em 1º de outubro, a agenda seguiu para Paris, com o café da manhã de negócios”Regards croisés France–Brésil” (“Olhares cruzados França–Brasil”), promovido pelo Manucci Advogados e pelo UGGC Avocats, com apoio da Câmara de Comércio do Brasil na França (CCBF).

Com mediação de Daniel Manucci, Caio Zeidler, sócio da Zeidler Capital, eLuiz Fernando Meloni Meyer, private banker do CA Indosuez (Switzerland) SA, analisaram as perspectivas econômicas dos dois países para 2027, os setores com maior potencial de atração de capital e os fatores que investidores europeus examinam ao avaliar oportunidadesno Brasil.

O debate evidenciou o peso da segurança jurídica, da previsibilidade regulatória e da solidez das estruturas societárias e contratuais nas decisões de investimento.  

Para o Manucci Advogados, os três encontros, embora dedicados a mercados distintos, apontam para uma mesma conclusão: em operações entre jurisdições, a segurança do investimento depende do conhecimento das regras e das práticas de negociação de cada parte, da leitura do ambiente regulatório e de estruturas societárias e contratuaiscompatíveis com os dois mercados. Essas questões estão no centro da atuação do escritório em fusões e aquisições, joint ventures e investimento estrangeiro, desenvolvida em associação com a UGGC Avocats.