BH se destaca em estudo nacional e figura entre as cidades melhores para se viver

BH se destaca em estudo nacional e figura entre as cidades melhores para se viver

Levantamento avalia educação, saúde, segurança e sustentabilidade nos maiores municípios do País

BH se destaca em estudo nacional e figura entre as cidades melhores para se viver
O levantamento onde BH aparece como a segunda melhor capital analisa a evolução das 100 maiores cidades brasileiras, responsáveis por quase metade do Produto Interno Bruto (PIB) nacional (Foto: Direcional / Divulgação)

 

BH reforça sua posição entre as cidades mais bem avaliadas do País quando o assunto é qualidade de vida. A capital mineira aparece na segunda colocação entre as capitais brasileiras no estudo Desafios da Gestão Municipal (DGM) 2024, ao ficar atrás apenas de Curitiba e à frente de São Paulo, que ocupa o terceiro lugar.

O levantamento analisa a evolução das 100 maiores cidades brasileiras, responsáveis por quase metade do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. A base do estudo é o Índice de Desafios da Gestão Municipal (IDGM), que reúne 15 indicadores distribuídos em quatro áreas consideradas essenciais para o bem-estar da população: educação, saúde, segurança e saneamento e sustentabilidade.

Quando o ranking inclui todos os municípios avaliados — e não apenas capitais — BH aparece na 12ª posição. Entre as cidades mineiras, o melhor desempenho é de Uberlândia, que ocupa o quarto lugar nacional. No topo geral do ranking está Maringá, considerada a melhor cidade do País para se viver.

 

 

Além de BH, Outros municípios de Minas Gerais também figuram no estudo, como Montes Claros, Contagem, Uberaba, Betim, Ribeirão das Neves e Juiz de Fora.

O recorte do levantamento considera apenas os 100 municípios mais populosos do País, que concentram 38,6% da população brasileira — cerca de 78,3 milhões de habitantes em 2022. Essas cidades também respondem por 44,2% do PIB nacional, equivalente a R$ 4 trilhões em 2021, último dado oficial disponível. O PIB per capita desse grupo é cerca de 12,5% superior à média brasileira, chegando a R$ 47,5 mil. Além disso, esses municípios concentram 52,3% dos empregos formais do Brasil, o que representa 27,6 milhões de postos de trabalho.

Entre os destaques positivos do ranking geral de 2024 estão São José dos Pinhais, que avançou 42 posições, Cascavel, com salto de 37 colocações, e Vitória da Conquista, que subiu 26 posições. Em contrapartida, as maiores quedas foram registradas em Carapicuíba, que perdeu 37 posições, além de Uberaba, com recuo de 23 colocações, e Bauru, que caiu 20 posições.

Entre as capitais, o destaque negativo foi Florianópolis, que registrou queda de 14 posições, apesar de ainda apresentar indicadores positivos, como alta expectativa de vida, boa renda per capita e baixa taxa de desemprego. Já Rio de Janeiro foi a capital com maior avanço, subindo 12 posições em relação ao levantamento anterior, realizado em 2021.