- Atualidades
- agosto 10, 2026
- 5 minutos
O que a China já entendeu sobre IA que o resto do mundo ainda debate
Academy China 2026 leva grupo seleto de empresários brasileiros para uma imersão executiva para Pequim, Xangai e Hangzhou

Da Redação
Durante os últimos dois anos, a inteligência artificial dominou reuniões de conselho, conferências e planejamentos estratégicos. Enquanto empresas em diferentes partes do mundo ainda discutem como adotar essa tecnologia, a China parece ter avançado para outra etapa da conversa: integrar a IA à infraestrutura das cidades, dos negócios e da vida cotidiana.
Por lá, a inteligência artificial deixou de ser apenas uma ferramenta para aumentar produtividade. Ela já participa da logística urbana, da mobilidade, da saúde, do varejo e da gestão de empresas em larga escala. Em muitos casos, a discussão sobre “se vale a pena usar IA” ficou para trás. A prioridade agora é expandir sistemas que já fazem parte da rotina de milhões de pessoas.
Essa diferença de maturidade transformou a China em um dos destinos mais relevantes para empresários e executivos que desejam compreender o próximo ciclo de inovação. Mais do que acompanhar tendências, a experiência permite observar um mercado que já implementou essas soluções e já colhe impactos concretos. Pequim mostra como tecnologia e planejamento de longo prazo caminham juntos. Xangai evidencia a aplicação da inteligência artificial na indústria, na saúde e na logística.
Já Hangzhou, sede do Alibaba, tornou-se um dos ecossistemas de inovação mais importantes do mundo, reunindo empresas que influenciam mercados muito além das fronteiras chinesas. Conhecer essa realidade exige mais do que acompanhar notícias ou participar de conferências. Compreender essa transformação exige vivenciar os ambientes onde ela acontece, conversar com quem lidera esse avanço e observar como a inteligência artificial já integra a rotina das empresas.
IA como polo da tecnologia e inovação
Com esse propósito, a Academy China 2026 levará um grupo seleto de empresários brasileiros para uma imersão executiva entre 29 de outubro e 8 de novembro de 2026. Durante nove dias, os participantes visitarão alguns dos principais polos de inovação do país, passando por Pequim, Xangai e Hangzhou.
A programação inclui visitas técnicas a organizações como Alibaba, Huawei, Kwai, Meituan, Unitree, United Imaging, Dahua, BSI Logistics, China-BRICS AI Center e à Embaixada do Brasil em Pequim, proporcionando uma visão prática sobre como inteligência artificial, automação e tecnologia vêm redefinindo diferentes setores da economia.
A experiência também contempla hospedagem cinco estrelas durante toda a missão, incluindo uma noite no FlyZoo Hotel. O empreendimento foi desenvolvido pelo Alibaba e reconhecido mundialmente por utilizar inteligência artificial em grande parte de sua operação.
Todas as visitas contam com tradução para o português. A curadoria é assinada por José Ricardo dos Santos Luz Jr., Co-Chairman & CEO da LIDE China; Roque Almeida, CEO & Founder do Grupo Matter&Co.; e Rodrigo Moreira, Co-Founder & Managing Partner da Hiker Ventures, reunindo especialistas com ampla experiência nas relações entre Brasil e China.
Em um momento em que a inteligência artificial deixa de ser diferencial competitivo para se tornar infraestrutura estratégica, compreender como a China chegou a esse estágio pode representar uma vantagem importante para quem deseja tomar melhores decisões para o futuro de seus negócios.
A Academy China 2026 acontece entre 29 de outubro e 8 de novembro de 2026, com vagas limitadas e seleção por perfil executivo. O investimento é de USD 21.000.